Num estudo denominado El espacio iberamericano del libro, 2008 , entre muitos outros dados julgados interessantes para o equacionamento do sector no espaço em referência, e a que juntam países como Portugal e a Espanha, é dito que "os países que têm percentagens superiores a 50% de população leitora de livros (que pelo menos leu um livro durante o ano) sobre o total da população pesquisada são, na ordem: Argentina (72%), República Dominicana (68%), Uruguai (57%), México (56%), Portugal (56,5%), Espanha (55,5%), Perú (55,2%) e Brasil (59%). Pelo contrário, as populações leitoras do Chile (41,5%) e da Colômbia (37%) estão abaixo da metade da população."
Os dados aí estão para serem sujeitos ao crivo da critíca...
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
A queda do muro de Berlim, 1989
domingo, 8 de Novembro de 2009
"Ah, seu canalha dum editor!"
«(...)
Juliana ali estava, de pé, em camisa de noite, junto ao limiar da sua alcova, observando-me; tinha os braços levantados, erguera a sempiterna cortina que cobria metade da sua face e, pela primeira vez, pela última, pela única vez na vida, observei os seus extraordinários olhos. Fitavam-me fixamente; eram como um cascata de luz de gás caindo sobre um ladrão apanhado de surpresa; senti-me horrivelmente envergonhado. Nunca hei-de esquecer a sua estranha figura, pequena, curvada, branca, vacilante, a sua cabeça erguida, a sua atitude, a sua expressão; nem hei-de esquecer a voz, a voz com que, quando me voltei, fitando-a, ele me atirou, sibilante, emociada, furiosa:
"Ah, seu canalha dum editor!"
(...)»
In Henry James, Os Manuscritos de Jeffrey Aspern, Relógio D'Água, col. "Crime Imperfeito", 1986, pp. 110-111, tradução de Manuel Resende.
Juliana ali estava, de pé, em camisa de noite, junto ao limiar da sua alcova, observando-me; tinha os braços levantados, erguera a sempiterna cortina que cobria metade da sua face e, pela primeira vez, pela última, pela única vez na vida, observei os seus extraordinários olhos. Fitavam-me fixamente; eram como um cascata de luz de gás caindo sobre um ladrão apanhado de surpresa; senti-me horrivelmente envergonhado. Nunca hei-de esquecer a sua estranha figura, pequena, curvada, branca, vacilante, a sua cabeça erguida, a sua atitude, a sua expressão; nem hei-de esquecer a voz, a voz com que, quando me voltei, fitando-a, ele me atirou, sibilante, emociada, furiosa:
"Ah, seu canalha dum editor!"
(...)»
In Henry James, Os Manuscritos de Jeffrey Aspern, Relógio D'Água, col. "Crime Imperfeito", 1986, pp. 110-111, tradução de Manuel Resende.
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Claude Lévi-Strauss (2)
Como contributo para uma homenagem a Claude Lévi-Strauss, ver aqui a transcrição de uma entrevista dada pelo autor ao Público nos idos de Abril de 1999.
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Claude Lévi-Strauss
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
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